terça-feira, 24 de maio de 2011

Mestre cervejeiro: além da degustação






A criação de novas microcervejarias e cervejarias para degustação, e a ampliação das que já existem têm ampliado as disponibilidades para esse mercado de trabalho. A profissão de mestre cervejeiro exige mão-de-obra com formação versátil. Para seguir essa carreira é necessário trabalhar pelo menos 5 anos no campo da produção da cervejaria, adquirindo um completo entendimento dos processos cervejeiros. Em cervejarias maiores, muitas vezes leva 15 anos de experiência industrial para se tornar um mestre cervejeiro. Além do entendimento na produção, é necessário ter habilidades interpessoais, em organização e de planejamento para gerenciar com sucesso a logística do processo.
Uma função que vai muito além de ter um paladar refinado e entrar em ação apenas na fase da degustação final, o mestre cervejeiro supervisiona todo o processo de produção: da seleção da matéria-prima até o enchimento da cerveja, incluindo o acompanhamento da cerveja ao longo de sua vida útil. Degustar o mosto, a água, o malte e avaliar a qualidade da cevada, trigo e lúpulo também fazem parte desta função, a utilização de produtos auxiliares, a manutenção e operação dos equipamentos de produção e enchimento, o contínuo controle de qualidade. Quando a cervejaria se preocupa com a inovação de novos produtos, o trabalho de pesquisa para combinar a matéria-prima e definir as etapas para uma nova cerveja, também é realizado por um mestre cervejeiro.

"O máximo de degustações são de dez amostras”, segundo o engenheiro químico Sérgio Kot, mestre cervejeiro, que explica também que há medidas para evitar que os mestres cervejeiros dirijam logo após a degustação. “Há uma preocupação muito forte com isso.” Segundo ele, a orientação da empresa é que a atividade seja feita em um período que não interfira na volta deles para casa. (Fonte: G1.com)
Então, ser um mestre cervejeiro não é ser um simples entendedor dos ingredientes que agita os happy hour com os amigos; é ser o gerente operacional da fábrica, o responsável por acompanhar todo o processo de produção da bebida. E é uma profissão que está em ascensão no Brasil, já que está comprovado que os brasileiros passaram a consumirem mais cervejas, elevando o Brasil ao terceiro maior mercado de cerveja do mundo. 

Para os cervejeiros de plantão segue abaixo como curiosidade:

As  10 cervejas mais vendidas no mundo
  

1. Snow
Tipo: American Lager
Origem: China

2. Bud Light
Tipo: Light
Origem: Estados Unidos
                                                                                
     
3. Skol
Tipo: Pilsener
Origem: Dinamarca

4. Budweiser
Tipo: American Lager
Origem: Estados Unidos

    
5. Corana
Tipo: Pale lager
Origem: México
6. Brahma
Tipo: Pilsener
Origem: Brasil

7. Tsingtão
Tipo: Pilsener
Origem: China
                              
8. Heineken
Tipo: Pale lager
Origem: Holanda
   
9. Coors Light
Tipo: Light
Origem: Canadá

10. Yanjing
Tipo: Pale lager
Origem: China


sábado, 21 de maio de 2011

Viva o lado Clássico da Coca-Cola


As garrafas de vidro voltaram com tudo, passaram um bom tempo sumidas, contávamos nos dedos os estabelecimentos que as colocavam à venda, àquelas garrafas de vidro de Coca-cola que sempre parecem ser mais velhas do que a sua idade² foi relançada, neste mês, pela Coca-cola, em ritmo de comemoração dos seus 125 anos de existência, as primeiras garrafas de vidro usadas no mercado. A "The Hutchinson", que ainda não chegou no Brasil, foi criada em 1899 e está sendo vendida pela Europa exclusivamente pela loja de departamentos Selfridges, nos pontos de venda ou pela internet. Junto com a Hutchinson, a marca lançou um kit para os colecionadores de plantão, que traz outras três garrafas antigas.

As “PETS” que me desculpem, mas eu prefiro as “Vidro”. Vamos confessar que o sabor da coca-cola nas garrafas de vidros parece ser bem mais original, elas ganham a preferência no mundo todo, não é espumosa como a Coca-Cola em lata, nem aguada com a de 2 litros; além de ser mais ecologicamente correta, pois uma garrafa de vidro “vai e volta” cerca de 40 vezes possibilitando ao consumidor pagar somente o preço líquido. Esta é uma questão que envolve tanto uma estratégia de marketing para não perder a credibilidade com os consumidores, quanto à questão cultural: quem nunca teve que ir devolver a garrafa vazia para o mercadinho?  Quem nunca brincou com as tampinhas pensando que eram moedas, ou juntava para poder trocar pelo brinde surpresa? Quem nunca pensou que essas garrafas não quebravam? E quem nunca gostou das garrafinhas por simbolizar uma bebida individual (nada de dividir) sabendo que estava bebendo um “copão” enorme de coca-cola sozinho? Eu sei que isso existe, caro leitores, já pensei nessa situação várias vezes.
Há motivos para a preferência: é mais eficiente na retenção do gás carbônico em relação ao alumínio e a PET, e por uma questão de natureza em que preferimos a quanto mais gelada melhor, “transmitem” mais a temperatura que está dentro, dando-nos uma impressão de que a bebida está mais gelada. E foi com essa intenção que planejaram as garrafas de Coca-Cola, a empresa ressaltou que a garrafa é tão única que pode ser identificada no escuro, pelo tato.



A Coca-Cola sempre me encanta com as suas campanhas publicitárias, são muito bem boladas; como a propagando do Natal da Coca-Cola, e me “ganha” fácil quando tento parar de tomá-la, acho que nesses pontos não sou a única exceção. Embora sejamos conscientes dos malefícios que essa bebida causa a nossa saúde, não há quem resista, tudo sempre pede uma Coca-Cola bem geladinha e nas garrafas de vidro (minha favorita). Está triste? Está alegre? Está fazendo calor? Está frio? Está chorando? É festa? É despedida? As outras marcas que não fiquem com raiva, mas... É Coca-Cola!

Apreciem sempre com moderação!


Comercial dos 125 anos da Coca-Cola:






quinta-feira, 19 de maio de 2011

Engenharia de Alimentos, eis a questão!




"-Qual o curso que você faz?
 - Engenharia de Alimentos
 - Vai ser nutricionista?
 - Não, engenheiro de alimentos
 - Que legal, mas nunca ouvi falar. E o que um engenheiro de alimentos faz?
 - Não tem a mesma função do nutricionista. O engenheiro de alimentos é responsável...”

Já se tornaram perguntas comuns no meu dia-a-dia, e já não acho mais estranho e não fico "bestificada" ao pensar que uma pessoa nunca ouviu falar sobre a Engenheira de Alimentos. É uma dúvida normal ao que aparecer de novo na sociedade, já que é uma profissão recente no Brasil (década de 70), comparada aos anos de atuação dos profissionais confundidos a um engenheiro de alimentos: nutricionista, engenheiro químico, veterinário e zootecnista.
Com a necessidade de termos uma vida prática, o engenheiro de alimentos facilita a nossa vida, no que diz respeito à alimentação, já que sem ele não existiria os alimentos congelados e instantâneos. Tem o objetivo de tirar o máximo de proveitoso de alimentos, assim pode trabalhar ao lado (não, igual) de um nutricionista, e juntos, minimizarem os custos da produção e aumentarem a qualidade do alimento.  
É um profissional que utiliza todos os seus vastos conhecimentos em química, bioquímica, biologia, física, métodos matemáticos entre várias áreas da física para cuidar de todas as etapas de preparo e conservação de alimentos de origem vegetal e animal; então como é um curso na área da engenharia é IMPOSSÍVEL achar que não verá matérias relacionadas a cálculo.

Enfim, começando o primeiro post do blog com algumas noções básicas do que ser um Engenheiro de Alimentos, porém irei retratar de todas as informações relacionadas à alimentação: função nutricional, valor biológico, benefícios e malefícios, hábitos alimentares, atividade física e alimentação, novidades no mercado alimentício... Diversas informações que possamos aderir aos nossos conhecimentos, e não como uma forma de radicalizar os nossos hábitos, apenas manter-nos informados.
Sugestões de posts? Podem enviar;
Pontos de vista? Fiquem a vontade para exporem suas idéias;
Algo que não concordou? Exponha a sua crítica;
Aberta a sugestões.

Até breve!